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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
sábado, 2 de novembro de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
"Wagner
Tiso e Som Imaginário"
Depois de 40 anos do
primeiro LP do "Som Imaginário" , Wagner Tiso convida Nivaldo Ornelas,
Robertinho Silva , Luiz Alves Tavito e Victor Biglione para relembrarem arranjos e canções do grupo, que é considerado "seminal"
da Música Instrumental Brasileira .
Criado , inicialmente,
para acompanhar Milton Nascimento no show "Milton Nascimento, ah, e o Som
Imaginário", sua formação inicial incluia Wagner Tiso, Luiz Alves Robertinho Silva e Zé Rodrix.
Depois, o grupo teve
muitos outros participantes nas suas diversas fases: Tavito e Fredera, no auge do sucesso do grupo ; depois chegaram Nivaldo Ornelas, Toninho Horta , Nana Vasconcelos, Jamil Joanes e Paulo Braga, na última fase mais instrumental.
A fusão entre o
erudito, o jazz, o regional e o rock progressivo, poderia classificar o "Som Imaginário" , que abriu um novo conceito musical no Brasil e
deu características peculiares a discos importantes do Milton Nascimento como "Clube da Esquina" e "Milagre dos Peixes".
A penúltima
apresentação do "Som Imaginário" foi em 1974, no show ao vivo “Milagre dos Peixes”, com
Milton Nascimento. Depois, o grupo se reuniu em 1976 antes do maestro Wagner
Tiso ir morar em Los Angeles.
A Cronologia da Volta
Em 2012, a reunião de Wagner Tiso , Luiz Alves, Robertinho Silva , Tavito e Nivaldo Ornelas no projeto “Wagner Tiso e o Som Imaginário" , tornou-se um momento histórico para a MPB e para a memória das raízes da nossa música instrumental.
A idealização e aprodução da volta do grupo foi feita pela produtora Margareth Reali , que reuniu os músicos, no Rio de Janeiro, para fotos e para ensaios.
Com apoio do Sesc SP, o
grupo fez 3 apresentações na unidade do Belenzinho, para o projeto Álbum, e depois não parou mais.
O Som Imaginário já esteve em cidades como Brasília , Sorocaba, Araraquara e Belo Horizonte, onde o grupo reuniu 5 mil pessoas na
praça do Papa.
Robertinho Silva, Margareth Reali e Wagner Tiso
O encontro com Lô Borges foi no Sesc Itaquera.
No início de 2013, o
projeto Wagner Tiso e Som Imaginário fechou a Virada Cultural de São Paulo com um show memorável no Theatro
Municipal, recriando o LP "Matança do Porco".
A partir do show do Theatro Municipal de São Paulo, Wagner Tiso, quis aproximar a sonoridade do grupo ainda mais ao estilo "progressivo" do som que era feito na década de 70 e, assim, convidou o guitarrista Victor Biglione para ser o novo integrante do Som Imaginário.
No dia 15 de Agosto de 2013, com o show na casa "Circo Voador", no Rio de Janeiro, o grupo se consagrou definitivamente com uma apresentação histórica, que arrancou mais de 8 minutos de aplausos no final e a certeza de que a obra do Som Imaginário continua viva e atual.
A história - O começo de tudo
(...) Impressionado com o talento de Lô,
Milton começou a fazer algumas músicas junto com ele e a gravá-las em seus
discos. Foi assim que, hoje, clássicas canções como "Para Lennon e
McCartney", "Alunar" e "Clube da Esquina" foram
registradas no disco Milton, que ele lançou em 1970, sempre com o parceiro
Márcio Borges fazendo as letras e participando de uma maneira ativa dessas
composições.
Enquanto isso, no Rio de Janeiro, surgia um
grupo que, num futuro bem próximo, se tornaria o embrião musical do disco Clube
da Esquina, o Som Imaginário. Formado pelo núcleo Robertinho Silva (bateria),
Wagner Tiso (teclados), Luíz Alves (baixo), Tavito (violão), Laudir de Oliveira
(percussão) e Zé Rodrix (teclados, voz e flauta), o Som Imaginário era
essencialmente um grupo de rock progressivo, mas com influências jazzísticas e
de bossa nova. A banda havia sido formada no ano de 1970 para o espetáculo
Milton Nascimento e Ah! O Som Imaginário, que fez um enorme sucesso, dando um
impulso à carreira de Milton e resultando no disco Milton, gravado no final
daquele ano. Antes disso, o show ― inicialmente planejado apenas para o Rio de
Janeiro ― passou por São Paulo e Belo Horizonte. O sucesso dessa empreitada
animou a chamada "turma de Minas" a tentar alguma sorte no Rio de
Janeiro. Vários músicos se mudaram para a cidade em busca da tal efervescência
cultural. "O Som Imaginário se tornou uma espécie de porto seguro para o
pessoal novo, que estava chegando de Minas", lembra Wagner Tiso. E todos
eles viam Milton Nascimento como o
elemento aglutinador de tudo isso."
Do Livro "Coração Americano" - de Rodrigo James/
publicitário e jornalista, graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais
(UFMG).
* Som Imaginário : Gentilmente Cedido pela Trem Mineiro Produções Artísticas
domingo, 18 de agosto de 2013
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